Brasil Open 2018 é marcado por revelações jovens e maior público em cinco anos

No último domingo (4), aconteceu a final do Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2018. A edição contou com o seu segundo maior público da história, a premiação foi de aproximadamente 1,8 milhão de reais e compareceram 56 jogadores de 22 países.

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(Imagem: Marcello Zambrana/DGW Comunicação)

À final, chegaram o italiano Fabio Fognini e a revelação chilena Nicolas Jarry, de 22 anos. Jarry foi considerado o melhor tenista chileno na temporada de 2017, alcançando a 61ª posição no ranking da ATP, e provou ser uma revelação promissora em seu desempenho durante o torneio. O chileno disputou as quartas de finais com Albert Ramos Viñolas, atual 24º no ranking, e a semifinal com Horacio Zeballos, 39º, sendo uma grande surpresa em um torneio cheio de grandes nomes.

Iniciou o jogo com grande imponência na quadra, sustentando-se muito bem contra o italiano e ganhando o primeiro set em pouco mais de vinte minutos. Ao longo da partida, porém, pareceu sofrer de certos deslizes e de cansaço, fato que Fognini soube aproveitar para se consolidar no último set que, mesmo assim, foi bem disputado. Jarry é de grande importância para o esporte no Chile, que há anos não via um tenista se posicionar dessa forma no cenário internacional.

Finalmente, Fognini conquistou a vitória, seu sexto título como profissional e primeiro no Brasil, o que o mantém como 19º no ranking da ATP, ao receber 250 pontos. Para tanto, Fábio derrotou Pablo Cuevas na semifinal, e quebrou a sequência de três títulos seguidos do uruguaio com certa facilidade, com o resultado 6/4 6/2 no sábado. Primeiro europeu a vencer em anos, Fognini confessou a superioridade de Jarry em um primeiro momento do jogo: “ele me venceu no primeiro set sem dúvida porque me superou em velocidade, me superou em saque (…) mas no final fico feliz porque sei que consegui algo que foi difícil”. E ainda complementou: “Jarry é um jogador jovem e ainda terá muitas oportunidades de jogar em torneios assim”. Além disso, destacou a inteligência do chileno em quadra por perceber a vantagem que teria jogando mais para dentro e com velocidade, algo que, segundo o próprio Fognini, o deixava em desvantagem pela agilidade do adversário.

O italiano disse que teve que persistir ao longo do jogo e esperar que Jarry caísse em algum aspecto, principalmente no saque, seu ponto forte. Esta é a sua nona final disputada no circuito, fato que também comentou: “Perdi muito mais finais do que ganhei. Então tenho que curtir, porque faz parte do esporte. Estou no top 20 e o objetivo é continuar trabalhando. Mas estou me sentindo bem na quadra, estou feliz, lutando, tentando.”

Ao ser questionado sobre suas experiências no Brasil, o jogador comentou se sentir muito bem jogando no país e em São Paulo, principalmente por sentir o apoio da plateia brasileira. Um jogador que não teve a mesma sorte foi Zeballos, que sofreu com uma torcida contrária a ele em todas as suas partidas, principalmente aquelas contra os brasileiros Bellucci e Rogerinho. Zeballos eliminou os dois e o experiente Gaël Monfils, chegando até a semifinal contra o jovem chileno, que o retirou do campeonato. Monfils, por outro lado, elogiou o jogo do argentino e sua ofensiva em quadra, ao mesmo tempo em que lamentou não poder continuar no torneio pela torcida brasileira.

E os brasileiros?

Apesar de nenhum brasileiro ter chegado até as semifinais nas simples, Rogerinho Dutra conseguiu uma vaga na chave de duplas ao lado do checo Roman Jebavý, mas perdendo para os argentinos Federico Delbonis e Maximo Gonzalez – campeões da edição 2018 – que André Sá e Thomaz Bellucci também enfrentaram. O que foi uma característica do torneio como um todo: vários jogadores brasileiros enfrentaram argentinos nas chaves de duplas e simples.

Começando pelo jovem de 17 anos, Thiago Wild, por exemplo, que enfrentou o veterano Carlos Berlocq e, apesar de não ter prosseguido para as oitavas, demonstrou ter um grande potencial e habilidade, se sustentando muito bem contra o argentino de 35 anos, mas decaindo no último set pelo que parecia ser uma dor na panturrilha.

A vitoriosa carreira de André Sá chegou ao fim com a derrota para os vizinhos, mas com grande marca na história do tênis brasileiro. Homenageado na quadra principal, o jogador se emocionou com toda a arquibancada usando máscaras com seu rosto, que foram distribuídas no Ginásio.

Mesmo assim, continuará treinando sua dupla, Thomaz Bellucci, que, apesar de ter mantido um ótimo jogo contra Zeballos, fragilizou-se após o segundo set e foi eliminado em sua estréia na chave de simples. Por outro lado, Rogerinho demonstrou grandes avanços no torneio como um todo, conquistado uma vaga nas quartas de final pela primeira vez na sua carreira, sendo o brasileiro que mais se destacou na edição deste ano. Apesar da forte torcida favorável, o brasileiro reconheceu a habilidade de Zeballos em alterar a dinâmica do jogo, comentando sobre um aumento de agressividade e melhoria nos saques, que garantiram sua vitória. De qualquer maneira, esse é o melhor resultado em um ATP que já conseguiu.

Em suma, a edição 2018 do Brasil Open contou com diversas surpresas relacionadas à dinâmica entre jogadores jovens e mais experientes. Os mais novos demonstraram consistência e habilidade e alguns dos nomes mais conhecidos e favoritos tiveram um desempenho fora do comum. Mesmo assim, provou-se a importância da experiência em quadra e a habilidade de dominar a dinâmica da partida, como feito por Fognini na final, destacando-se o essencial do quesito mental enquanto se joga. A edição no Ginásio do Ibirapuera contou com aproximadamente 42 mil espectadores, o que evidencia um aumento de interesse pelo público brasileiro no esporte e que se manteve presente ao longo de toda a semana.

Fonte: Arquibancada

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Brasil Open 2018 tem 2º maior público da história do torneio

O Brasil Open 2018, torneio mais tradicional do país distribui mais de R$ 1,8 milhão de premiação e atrai mais de 42 mil espectadores.

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Marcello Zambrana/DGW Comunicação

O Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2018 foi sucesso de público no retorno ao Ginásio do Ibirapuera. O evento teve mais de 42 mil espectadores, segunda maior marca das 18 edições realizadas, perdendo apenas para 2013, quando o espanhol Rafael Nadal foi o campeão.

A premiação em 2018 foi de US$ 582.870, mais de R$ 1,8 milhão de reais. Os 56 jogadores de 22 países usaram mais de 5.000 bolas e disputaram 54 partidas nas duas quadras do Ibirapuera. Fora das quadras, o Brasil Open teve mais de 40 horas de transmissão pelos canais Fox Sports e Bandsports e nas televisões abertas TV Gazeta e TV Brasil e e recebeu 163 jornalistas credenciados.

“Foi o melhor Brasil Open de todos. Foi um baita público, só perdemos para quando veio o Nadal. Mesmo sem ter brasileiros no fim de semana. Isso demonstra a evolução do tênis no país. O brasileiro gosta de tênis, entende um pouco mais do esporte”, comentou Roberto Marcher, diretor do Brasil Open.

Confira os principais números do Brasil Open 2018:

– 42.548 espectadores (capacidade do Ginásio do Ibirapuera: 9.000)

– 5.184 bolas Wilson utilizadas pela organização;

– 630 toalhas utilizadas pelos jogadores;

– 22 mil garrafas de água;

– 12.600 kg de gelo;

– 1.200 garrafas de isotônicos fornecidas aos jogadores;

– 5.000 refeições para jogadores e staff;

– 5 dúzias de bananas por dia para os jogadores;

– 54 jogos (27 simples chave principal, 15 de duplas, 12 de qualifying);

– 56 jogadores no total;

– 22 países representados: Alemanha, Argentina, Áustria, Belarus, Brasil, Chile, Croácia, Espanha, Estados Unidos, Equador, França, Holanda, Itália, Mônaco, Nova Zelândia, Peru, Portugal, República Dominicana, República Tcheca, Rússia, Sérvia e Uruguai.

– 52 árbitros (1 supervisor, 1 referee, 1 referee do qualifying, 2 chiefs, 7 árbitros de cadeira e 40 juízes de linha)

– 20 boleiros e 1 chefe de boleiros;

– Mais de 40 horas de transmissão na Fox Sports 2, Bandsports, TV Gazeta e TV Brasil;

– 57 veículos e 163 jornalistas credenciados;

– US$ 582,870 de premiação (cerca de R$ 1,8 milhão). O campeão de simples Fabio Fognini levou US$ 92.085 (cerca de R$ 302 mil).

 

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Fognini vira sobre Jarry e leva o Brasil Open. Argentinos vencem nas duplas

Em sua nona tentativa, italiano fatura o título do ATP 250 de São Paulo e afasta zebra chilena. Federico Delbonis e Maximo Gonzalez batem holandês e neozelandês para levar duplas

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A zebra até ameaçou dar as caras no ginásio do Ibirapuera neste domingo. O azarão Nicolas Jarry começou muito bem, mas Fabio Fognini confirmou o favoritismo e conquistou o título do Brasil Open. Cabeça de chave número 2, o italiano precisou arrancar uma virada para erguer a taça do ATP 250 de São Paulo – parciais de 1/6, 6/1 e 6/4 em 1h33min. Na disputa de duplas, melhor para os argentinos Federico Delbonis e Maximo Gonzalez, que bateram o holandês Wesley Koolhof e o neozelandês Artem Sitak por 2 a 0, parciais de 6/4 e 6/2.

Número 20 do mundo, Fognini conquistou pela primeira vez o Brasil Open em sua nona tentativa. Perdeu apenas um set em todo o torneio, se tornando campeão com autoridade e eliminado na semifinal o uruguaio Pablo Cuevas, que havia vencido as três últimas edições em São Paulo.

O italiano de 30 anos agora tem seis títulos no Circuito Mundial da ATP em 15 finais. A última taça havia sido a do ATP 250 de Gstaad, na Suíça, em julho do ano passado.

Jarry não levou o título, mas sai fortalecido dos torneios no Brasil. Depois de surpreender com uma semifinal no Rio Open, o tenista de apenas 22 anos deu mais um passo chegando à sua primeira final de um torneio da ATP. Ele quebrou um jejum para o Chile, que não decidia um torneio da ATP há nove anos, desde que Fernando Gonzalez faturou o título de Viña del Mar, em 2009. Número 73 do mundo, Jarry vai saltar no ranking.

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Nicolas Jarry no Brasil Open (Foto: Gaspar Nóbrega/DGW Comunicação)

O chileno sacou muito bem no primeiro set e surpreendeu o Fognini para vencer por 6/1. O italiano manteve a calma e deu o troco no segundo set, aproveitando o momento de baixa no saque de Jarry: 6/1. O terceiro set foi mais equilibrado, com quebras de serviço para os dois lados. Na reta final, a experiência de Fognini pesou: 6/4.

Fonte: Globo Esporte

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Cãodulas – cães na quadra no Brasil Open de Tênis 2018

Pense numa ação que leva às quadras os cães a fazerem aquilo que mais gostam – brincar – e, ao mesmo tempo, oferecer uma oportunidade de conseguirem um novo lar para esses animais.

Bobby, Duda, Gabriel, Kika, Mel e Thor formam o time de cães gandulas que prometem conquistar o coração do público no Brasil Open de Tênis 2018. Eles vão entrar em quadra com os tenistas e pegar bolinhas na semifinal do torneio, no sábado, dia 3 de março.

São seis cachorros especiais com muita coisa em comum: atualmente vivem na ONG Patinhas Unidasonde aguardam a chance de um lar após uma história de abandono. Mas acima de tudo: adoram brincar com bolinhas e têm disposição de sobra para isso.

Iniciativa de sucesso que repercutiu mundialmente em 2016 e 2017, os CãoDulas estão de volta graças a PremieRpet®, empresa especialista em alimentos para cães e gatos, que apresenta esse novo “time” de cães que irá brilhar ao lado de alguns dos melhores tenistas do mundo, no principal torneio do esporte no país, que acontecerá de 26 de fevereiro a 4 de março, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

“Ao levar os CãoDulas para a quadra pelo terceiro ano consecutivo, novamente colocamos em evidência a causa da adoção de forma diferenciada: comprovando que os cães só precisam de afeto, cuidado e nutrição de alta qualidade para serem grandes companheiros do homem. Não importa sua origem ou idade, quando são amados e bem nutridos podem brincar, aprender coisas novas e realizar grandes feitos”, afirma Madalena Spinazzola, diretora de marketing corporativo e planejamento estratégico da PremieRpet®.

Conheça o time de CãoDulas 2018 – todos disponíveis para adoção:

 

Bobby (5 anos) – foi resgatado aos 45 dias de vida numa rodovia. É dócil, apaixonado por bolinhas e aguarda a oportunidade de ter uma família. Foto: Rodrigo Agnelli.

 

Duda (2 anos) – foi resgatada recentemente após ser amarrada no portão de uma clínica veterinária numa noite de chuva. Muito dócil, adora brincar e estar com pessoas.  Foto: Rodrigo Agnelli.

 

Gabriel (1 ano) – aos 7 meses foi entregue no abrigo dentro de um saco de lixo pelo antigo dono. É um cão feliz, muito ativo, gosta de correr e aguarda um lar com bastante espaço. Foto: Rodrigo Agnelli.

 

Mel (1 ano) – rejeitada pelos donos, foi entregue no abrigo e hoje espera a chance de um lar amoroso. Muito alegre, adora correr e brincar.  Foto: Rodrigo Agnelli.

 

Kika (5 anos) – Foi resgatada em uma ninhada de 13 filhotes doentes, numa estrada movimentada. É uma das 11 sobreviventes, todos foram adotados, mas ela ainda aguarda a sua vez. Foto: Rodrigo Agnelli.

 

Thor (5 anos) – sobreviveu ao ser resgatado da rua aos 2 meses, muito fraquinho. Dócil e cheio de energia, quer todas as bolinhas para ele. Está à espera uma família para chamar de sua. Foto: Rodrigo Agnelli.

 

Brasil Open de Tênis 2018

Data: 26 de fevereiro a 4 de março de 2018

Participação dos CãoDulas: semifinal, sábado, dia 3 de março

Local: Ginásio do Ibirapuera

Rua Manoel da Nóbrega, nº 1361 – São Paulo/SP

Mais informações sobre o Brasil Open de Tênis: www.brasilopen.com.br

Interessados em adotar: entrar em contato com a PremieRpet® e obter orientações pelo PremieR Responde: 0800 55 6666 (de segunda à sexta das 8h30 às 17h30).

Fonte: Estadão

 

 

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Clezar perde e cai no Aberto do Brasil; Jarry avança às quartas

Brasil passa a contar só com Rogeirinho na chave simples do ATP 250, que é disputado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo

Gazeta Press

O Brasil só conta com Rogerinho na chave de simples do ATP 250 disputado no país, que está sendo realizado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Isso porque, na tarde desta quinta-feira, o tenista Guilherme Clezar perdeu para um dos favoritos ao título, o espanhol Albert Ramos Viñolas, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4, despedindo-se da competição nacional em sua etapa de oitavas de final.

 

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Perante o cabeça de chave número 1 do torneio, Clezar não foi mal, apesar da derrota. No primeiro set, o europeu aproveitou pequeno erro do brasileiro para quebrar o quarto serviço do jogador na parcial, administrando a vantagem até seu triunfo de início. Na segunda rodada, talvez por nervosismo, o gaúcho de 25 anos cedeu logo o saque inicial ao adversário e, estando atrás, não conseguiu reagir na partida, saindo com o revés.

“Os momentos de break-points foram mais mérito dele do que falha minha. O crucial do jogo foi que no 4/3 do primeiro set trocou a bola e perdi o toss no segundo saque, acabei fazendo duas duplas-faltas. Acabou escapando o set. No segundo, ele conseguiu a quebra e foi difícil de voltar, porque ele estava sacando muito bem”, analisou Clezar, que ainda avaliou sua participação no Brasil Open.

“Acho que eu fiz bons jogos aqui no geral. Não vi hoje um jogo de tamanha diferença técnica. Foi um jogo parelho, apesar de eu ter perdido. Quero levar esta confiança para os próximos torneios. Saber que ainda posso tirar um pouco de mim, que eu posso seguir um pouco mais adiante”, finalizou.

Albert Ramos Viñolas analisou sua partida de estreia no torneio brasileiro, já que, por ser o número 22 do mundo e primeiro cabeça de chave, pôde ficar de bye na rodada inicial. “Nunca é fácil começar um torneio. Nunca é cômodo. Todos os jogos são muito difíceis, e a partida de hoje começou equilibrada. Depois fui me encontrando na quadra e, com a melhora do meu saque, acho que consegui fazer um grande jogo. Estou treinando há muitos dias aqui”, explicou.

Promessa do Chile derrota Pella e também avança

O europeu inclusive já conhece seu adversário nas quartas de final do Aberto do Brasil. Será a sensação chilena Nicolas Jarry, que derrotou o argentino Guido Pella por 2 sets a 1, com parciais de 6/7(2), 6/4 e 7/6(2), na quadra central do Ginásio do Ibirapuera, também nesta quinta-feira.

Acumulando bons resultados no circuito sul-americano da temporada da ATP, chegando às quartas de final em Quito e nas semi no Rio de Janeiro, Jarry teve a oportunidade de sacar para a vitória no terceiro set, mas acabou vencendo mesmo assim no tie-break da rodada.

O duelo entre Albert Ramos Viñolas e o chileno, válido pelas quartas do Brasil Open, será já nesta sexta-feira, não antes das 19h30 (horário de Brasília), na quadra central do ginásio paulistano.

Fonte: Fox Sports

 

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André Sá cai no Brasil Open e dá adeus às quadras aos 40 anos

Ao lado de Thomaz Bellucci, tenista mineiro foi eliminado da chave de duplas e, emocionado, pôs fim à carreira.

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André Sá fez sua última partida no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (Bruno Ulivieri/Raw Image/Folhapress)

Depois de mais de 21 anos como profissional, André Sá deu adeus ao tênisprofissional na noite desta quarta-feira, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, ao ser eliminado da chave de duplas do Brasil Open. Atuando ao lado de Thomaz Bellucci, o mineiro de 40 anos caiu na segunda rodada do ATP 250 realizado em quadras de saibro com uma derrota para os argentinos Federico Delbonis eMaximo Gonzalez, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/4) e 7/5.

O veterano, que há pouco tempo também assumiu o posto de novo técnico de Bellucci, já havia anunciado que iria se aposentar do tênis como jogador ao final dos torneios deste ano da ATP realizados no país. Na semana passada, também disputou o Rio Open.

E, antes de entrar em quadra para atuar na noite desta quarta, André Sá se emocionou ao receber uma homenagem da organização do Brasil Open. Ele foi presenteado com placas comemorativas, dadas pela ATP, pela Confederação Brasileira de Tênis e por seu patrocinador, e foi ovacionado pelo público presente no Ibirapuera, onde a torcida vestiu máscaras com o seu rosto.

 

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Feijão tranquiliza a torcida, depois de abandonar no quali do Brasil Open: “Foi só um susto”

 

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Jogo entre João Souza (BRA) vs Ivan Nedelko (RUS), que acontece no ginásio do Ibirapuera. Foto: Leandro Martins/DGW Comunicação

A cena foi assustadora: no início do terceiro game do segundo set de seu jogo de estreia no qualifying do Brasil Open, João Souza, o Feijão – um dos mais queridos jogadores brasileiros – recebia o saque do russo Ivan Nedelko. No 15 iguais a bola veio forte e espirrou na raquete do brasileiro, que abaixou a cabeça e ficou longos segundos imóvel.

Feijão conta que o lance foi muito rápido, sem chance de reação: “A bola bateu no coração da raquete e foi direto no olho”

O público percebeu que algo mais sério havia acontecido na quadra central do Ibirapuera quando o árbitro de cadeira desceu e foi perguntar ao atleta se estava bem. Imediatamente o médico da ATP foi chamado e o brasileiro de 29 anos sentou, meio grogue.

Ainda tentou voltar, mas claramente estava sem noção de profundidade e acabou desistindo. Em entrevista à Tennis Info, Feijão tranquilizou a torcida: “Meu olho melhorou muito, dia após dia está ficando melhor. Hoje já está quase 100%.”

Sua recuperação vai tão bem que na próxima semana ele já embarca para o challenger de Santiago. “São coisas que acontecem, não temos controle”, completou. Souza ocupa a 235ª posição no ranking da ATP.

Fonte: Tennis Info

 

 

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Fognini estreia com vitória tranquila sobre português no Brasil Open

Italiano venceu João Domingues por dois sets a zero nas oitavas de final da competição

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Fabio em ação (Foto: Buda Mendes/ Getty Images)

Nesta quarta-feira (28), começaram as oitavas de final do Brasil Open 2018, o ATP 250 de São Paulo. Na quadra central do Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista, o cabeça de chave número dois do torneio – Fabio Fognini da Itália – estreou diante do português João Domingues – 177º colocado no ranking da ATP.

A vitória do italiano foi pelo placar de dois sets a zero, com parciais de 7/5 e 6/1, depois de uma hora e 10 minutos de partida.

Nas quartas de final, Fognini encara o espanhol Guillermo Garcia Lopez – 67º do mundo – que vem de grande vitória sobre o argentino Federico Delbonis – cabeça de chave número oito do torneio – por dois sets a um, com parciais de 7/6 4/6 e 6/4, em duas horas e 37 minutos de jogo.

Resumo da partida

Depois de três games, nos quais cada sacador confirmou seu serviço, o italiano, desconcentrado, cometeu erros não forçados e cedeu a quebra ao adversário. No entanto, a vantagem durou pouco: no sétimo game, o italiano encontrou a melhor estratégia para jogar contra o português. Com boas devoluções, conseguiu devolver a quebra e empatar.

No nono game, Domingues salvou dois break points de maneira espetacular para manter seu saque. No game seguinte, Fognini encaixou ótimas devoluções para conseguir a quebra. Confirmando seu saque, fechou o set em 7/5. O segundo set foi inteiramente dominado por Fabio, que conquistou três quebras para vencer por 6/1.

Extremamente habilidoso, Fabio é um dos principais candidatos ao título. Apesar de seus problemas extra quadra, o finalista do Rio Open de 2015 pode surpreender e fazer excelentes campanhas.

Fonte: Vavel

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Monfils é eliminado por espanhóis nas duplas do Brasil Open

Francês foi derrotado por Garcia Lopez e Carballes Baena na primeira rodada do torneio

Nesta terça-feira (27), ocorreu o restante das partidas válidas pela primeira rodada tanto da chave de simples, quanto da chave de duplas do Brasil Open 2018. No Ginásio do Ibirapuera, o tenista francês Gael Monfils fez sua estreia nas duplas, jogando ao lado do compatriota Dorian Descloix – 544º do mundo.

A partida foi contra a parceria espanhola composta por Roberto Carballes Baena – número 624 do ranking – e Guillermo Garcia Lopez– 172º colocado. Depois de uma hora e 19 minutos, os espanhóis saíram vencedores pelo placar de dois sets a zero, com parciais de 6/2 e 7/5.

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Franceses em ação (Foto: Ricardo Moreira/DGW Comunicação)

Nas quartas de final, Garcia Lopez e Carballes Baena encaram os vencedores do confronto entre os cabeças de chave número quatro – Artem Sitak da Nova Zelândia e Wesley Koolhof da Holanda – e o também holandês Sander Arends e o alemão Andre Begemann.

Monfils é o cabeça de chave número quatro da competição e, por isso, não teve de entrar em quadra pela primeira rodada. Em sua estreia, terá pela frente ou o brasileiro Thomaz Bellucci ou o argentino Horacio Zeballos, que se enfrentam nesta terça.

Resumo da partida

Desde o primeiro game de saque, os franceses encontraram dificuldades, tendo que salvar break point. No terceiro game, não teve jeito: quebra para os adversários, que abriram uma vantagem de 2/1. Na sequência, encaixaram boas devoluções para chegar ao break point. No entanto, os espanhóis elevaram o nível e manteram seu saque.

No game seguinte, Monfils e Descloix sentiram as chances perdidas e, desconcentrados, sofreram mais um break. Mantendo sua vantagem, Garcia Lopez e Carballes Baena fecharam o primeiro set em 6/2.

A dupla da França melhorou na segunda parcial. Sólidos, conseguiram uma quebra logo no início. Depois de salvar dois break points, conseguiram manter a vantagem. No momento de sacar para o set em 5/3, não teve jeito: quebra para os espanhóis, que empataram. Embalados, Garcia Lopez e Carballes Baena ganharam quatro games seguidos, para vencer o set por 7/5.

 

 

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Pela 1ª vez no Brasil Open, Thiago Wild cai na estreia

Brasileiro, de 17 anos, foi derrotado pelo argentino Carlos Berlocq

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Foto: SUAMY BEYDOUN/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO

O jovem Thiago Wild perdeu para o argentino Carlos Berlocq por 2 sets a 1, parciais de 3/6, 6/3 e 6/2, e se despediu do Brasil Open, que está sendo disputado no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Foi a primeira vez que o tenista paranaense participou de uma chave principal de um torneio da ATP.

Wild começou bem a partida, venceu o primeiro set, mas começou a sentir dores na panturrilha, e não conseguiu manter o mesmo ritmo até o final da partida.

Nesta terça-feira (26), outros quatro brasileiros estarão em quadra. Thomaz Bellucci enfrenta o argentino Horacio Zeballos; Rogério Dutra Silva pega o norte-americano Tennys Sandgren e Thiago Monteiro faz duelo brasileiro com Guilherme Clezar.

Fonte: Destak | Esportes

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