Porque a TIM concentrou seus patrocínios no futebol nos clubes do Rio de Janeiro

Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco apresentam nesta sexta-feira (31) o patrocínio da TIM para 2017. Diferentemente do que ocorreu nas últimas seis temporadas, quando bancou clubes de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Nordeste, esta será a primeira na qual o quarteto carioca será o único a contar com o dinheiro da operadora de telefonia italiana. A empresa decidiu, a partir deste ano, concentrar os investimentos com futebol nos clubes do Rio de Janeiro.

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O Flamengo veste TIM. A operadora italiana decidiu concentrar seus patrocínios nos clubes do Rio em 2017 (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

A filial brasileira da companhia fica no Rio de Janeiro, mas o desempenho comercial dela no estado está aquém de outras regiões. Em janeiro, só 16% dos cariocas eram clientes da TIM, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em Minas Gerais e São Paulo, a empresa fica em torno de 25% dos consumidores. No Nordeste passa dos 30%  e no Paraná chega a quase 60%. O Rio é um mercado a ser priorizado, e o futebol está aí para ajudar.

Pietro Labriola, chefe de operações da TIM, diz que o valor investido não mudou muito de 2016 para 2017 – o número não é divulgado por nenhuma das partes. Aquele dinheiro que a empresa destinava a clubes de São Paulo, Minas e Nordeste passa a ser direcionado à ativação dos patrocínios cariocas. O executivo quer uma agenda mais intensa de ações promocionais. “Nós não estamos apenas comprando espaços para mídia”, diz Labriola, em português fortemente acentuado pelo italiano, por telefone a ÉPOCA.

RODRIGO CAPELO
31/03/2017 – 06h00 – Atualizado 31/03/2017 11h27
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Campeão do Brasil Open, Cuevas sobe três posições no ranking da ATP

O uruguaio Pablo Cuevas, que conquistou o Brasil Open na segunda-feira ao derrotar o espanhol Albert Ramos-Viñolas, ganhou três posições no ranking mundial da ATP, no qual passou a ocupar o 30º lugar.

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Entre os dez primeiros colocados, a única mudança foi a ascensão do croata Marin Cilic, que chegou às semifinais do ATP 500 de Acapulco, fase em que foi derrotado pelo espanhol Rafael Nadal.

Com o desempenho no torneio mexicano, Cilic pulou da oitava para a sétima posição, com 3.590 pontos, trocando de lugar com o francês Jo-Wilfried Tsonga, com 3,480.

O ranking continua a ser liderado pelo britânico Andy Murray, com 12,040 pontos, seguido pelo sérvio Novak Djokovic, com 9.825. Bem atrás dos dois primeiros colocados, o suíço Stan Wawrinka ocupa a terceira posição, com 5.195 pontos.

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Cuevas vence Ramos-Viñolas e fatura 3º título do Brasil Open

O uruguaio Pablo Cuevas venceu nesta segunda-feira o espanhol Albert Ramos-Viñolas por 2 sets a 1, parciais de 6-7, 6-4 e 6-4, e conquistou o tricampeonato do Brasil Open, disputado em São Paulo.

Cuevas, 33º do ranking mundial e terceiro cabeça de chave do torneio, conseguiu reverter a vantagem do adversário hoje, após o jogo ter sido suspenso ontem devido à chuva que caiu em São Paulo.

Foi o terceiro título de Cuevas no Brasil Open. Em 2015, o uruguaio bateu na decisão o italiano Lucas Vanni. No ano passado, o rival batido foi o também espanhol Pablo Carreño Busta.

O uruguaio levou uma premiação de US$ 80 mil pelo título. No total foram distribuídos em US$ 455 mil em prêmios no torneio, que foi disputado nas instalações do clube Pinheiros.

Terra

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NÚMEROS DEMONSTRAM A GRANDEZA DO 17º BRASIL OPEN

Torneio mais tradicional de tênis do país teve mais de 50 horas de transmissão ao vivo na TV

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Os números do Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017 demonstram o sucesso e a grandiosidade do torneio profissional de tênis mais tradicional do país.

Com a disputa ao longo de nove dias entre qualifying e as chaves principais de simples e duplas, 55 tenistas de 18 países entraram em quadra no Esporte Clube Pinheiros na disputa pela premiação de mais de US$ 520 mil.

Após os 54 jogos – 27 da chave de simples, 15 da chave de duplas e mais 12 do qualifying – o Brasil Open 2017 apresenta dados como a quantidade de bolinhas a disposição dos atletas, empregos gerados durante o torneio, toalhas utilizada pelos jogadores e bananas fornecidas aos tenistas.

Veja mais números abaixo:

– 6.048 bolas Wilson Australian Open utilizadas pela organização;

– 500 toalhas utilizadas pelos jogadores;

– 15 mil garrafas de água;

– 1260 sacos de gelo;

– 1000 garrafas de isotônicos fornecidas aos jogadores;

– 1800 refeições para jogadores e staff;

– Cerca de 900 empregos gerados diretamente e indiretamente pelo torneio;

– 4 dúzias de bananas por dia para os jogadores;

– 54 jogos (27 simples chave principal, 15 de duplas, 12 de qualifying);

– 55 jogadores no total;

– 18 países representados: Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Peru, Portugal, República Dominicana, Sérvia, Suécia e Uruguai

– 52 árbitros (1 supervisor, 1 referee, 1 referee do qualifying, 2 chiefs, 7 árbitros de cadeira e 40 juízes de linha)

– 26 boleiros;

– Mais de 50 horas de transmissão no SporTV 3;

– 143 jornalistas credenciados;

– 19.894 espectadores (a quadra central tem capacidade para 2.567 pessoas);

– US$ 520.285 de premiação (cerca de R$ 1.621.136,78). O campeão de simples leva US$ 81.220 (R$ 253.070,39).

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CUEVAS É PRIMEIRO TRICAMPEÃO CONSECUTIVO DA HISTÓRIA DO BRASIL OPEN

Após muita espera devido à chuva, uruguaio conquista mais um troféu em São Paulo em virada sobre Ramos-Viñolas

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A espera foi longa, mas Pablo Cuevas sagrou-se o primeiro tricampeão consecutivo da história do Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017. Após uma interrupção no meio do segundo set devido ao mau tempo no domingo, o uruguaio virou a final contra o espanhol Albert Ramos-Viñolas nesta segunda-feira, com parciais de 6/7(3), 6/4 e 6/4, no Esporte Clube Pinheiros.

Cuevas igualou o número de troféus de Nicolás Almagro na competição. O espanhol, no entanto, não venceu seus três troféus no Brasil Open de forma seguida (2008, 2011 e 2012). “Foi muito diferente do que nos outros anos. Não vinha jogando bem no começo da temporada. Tive que virar alguns jogos, como nas quartas de final, e ontem o jogo parou quando eu estava um set abaixo. Mas eu tive forças para virar e conseguir um terceiro título aqui”, afirmou o 33º do mundo, que levou 250 pontos no ranking da ATP e US$ 81.220 de premiação.

O jogo havia sido interrompido quando os dois estavam empatados em 3/3 no segundo set. O confronto foi retomado às 18h da segunda e Cuevas conquistou uma importante quebra de saque para levar a parcial e forçar o set decisivo. O uruguaio quebrou novamente o serviço do espanhol no quinto game e selou a vitória após 2h59 de tempo total de jogo. Em seu quarto match point, Cuevas surpreendeu ao sacar por baixo e se ajoelhou no saibro da Quadra Central após um erro não-forçado de Ramos-Viñolas.

“Estava fazendo muitas duplas-faltas no jogo. Quando fui sacar o segundo saque, tinha muita chance de fazer dupla-falta, então analisei a possibilidade de sacar por baixo e pensei que era uma coisa que não deveria fazer, mas também não deveria fazer uma dupla-falta (risos). Então parei de pensar”, explicou o tricampeão.

Cuevas também falou sobre a tensão da longa interrupção, com a pressão de ter que virar para ganhar o jogo: “Ontem, no primeiro set, tive muitas oportunidades de quebrar o saque dele, tive set points, mas não consegui ganhar o primeiro set. Entrei em quadra hoje nervoso, um set abaixo e muito perto de perder o segundo, mas consegui quebrar no terceiro e comecei a ficar um pouco mais tranquilo. Foi uma final diferente de qualquer outra por causa de tudo que aconteceu”.

Ramos-Viñolas, por sua vez, levou 150 pontos no ranking e US$ 42.775 de premiação pelo vice-campeonato. “Tentei ficar tranquilo em todo o tempo que esperamos. Não consegui jogar no mesmo nível que ontem. Tive muitas chances, 15-40, break points, mas não era meu dia”, lamentou o espanhol de 29 anos.

“Estou muito decepcionado pelo meu nível hoje. Não estava à altura do que estava fazendo nos últimos meses. Mas vou tentar pensar que foi uma boa gira sul-americana, que foram quatro torneios muito bons”, ponderou o 24ª do mundo, que alcançou também as semifinais de Quito e Rio de Janeiro e as quartas de final em Buenos Aires. Ele e Cuevas agora partem para a quadra rápida californiana, no Masters 1000 de Indian Wells.

Galeria de campeões de simples do Brasil Open:

2017 – Pablo Cuevas (URU)
2016 – Pablo Cuevas (URU)
2015 – Pablo Cuevas (URU)
2014 – Federico Delbonis (ARG)
2013 – Rafael Nadal (ESP)
2012 – Nicolas Almagro (ESP)
2011 – Nicolas Almagro (ESP)
2010 – Juan Carlos Ferrero (ESP)
2009 – Tommy Robredo (ESP)
2008 – Nicolas Almagro (ESP)
2007 – Guillermo Cañas (ARG)
2006 – Nicolas Massu (CHI)
2005 – Rafael Nadal (ESP)
2004 – Gustavo Kuerten (BRA)
2003 – Sjeng Schalken (NED)
2002 – Gustavo Kuerten (BRA)
2001 – Jan Vacek (CZE)

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CHUVA INTERROMPE FINAL DE SIMPLES, QUE RECOMEÇA ÀS 12H DE SEGUNDA

Ramos-Viñolas liderava por 7/6(3) e 3/3 contra Cuevas, quando o mau tempo impediu a finalização do confronto

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A chuva em São Paulo neste domingo impediu que a final do Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017 fosse completada. O espanhol Albert Ramos-Viñolas liderava contra o uruguaio Pablo Cuevas por 7/6(3) e 3/3 quando o jogo foi interrompido no Esporte Clube Pinheiros. A partida será retomada às 12h desta segunda-feira.

Cuevas está em busca de um inédito tricampeonato consecutivo no Brasil Open. Apenas o espanhol Nicolas Almagro venceu o torneio três vezes, em 2008, 2011 e 2012. Já Ramos-Viñolas, que salvou um match point na semifinal contra o português João Sousa, tenta seu segundo título de ATP na carreira.

No primeiro set da final, Cuevas chegou a ter dois set points, no saque de Ramos-Viñolas. No entanto, o espanhol salvou ambos e prevaleceu no tiebreak. O uruguaio chegou a ter uma quebra de saque de vantagem no segundo, mas o cabeça de chave 2 havia empatado no game anterior à interrupção pela chuva.

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ANDRÉ SÁ E ROGERINHO FATURAM TÍTULO DE DUPLAS

Mineiro e paulista conquistam primeiro título 100% brasileiro desde 2011

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Após seis anos, o Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017 voltou a ter uma dupla 100% brasileira campeã. O mineiro André Sá e o paulista Rogério Dutra Silva derrotaram o gaúcho Marcelo Demoliner e o neozelandês Marcus Daniell com parciais de 7/6(5), 5/7 e 10-7 neste domingo, no Esporte Clube Pinheiros.

Enquanto Sá venceu o 11º título da carreira e segundo no Brasil Open, Rogerinho levantou um troféu de ATP pela primeira vez. Os dois dividem uma premiação de US$ 24.680. O mineiro de 39 anos e o paulista de 33 jogaram juntos pela primeira vez nesta semana em São Paulo. Sá já havia levantado o troféu do torneio em 2008, ao lado do conterrâneo Marcelo Melo.

“A gente nunca tinha jogado juntos antes, mas vi ele jogando em Chennai e Melbourne, falei com o técnico dele que ele estava jogando bem, que queria convidá-lo para jogar. Felizmente, a gente se sentiu bem, com energia boa desde o começo. Combinando jogadas que deram certo, estratégias diferentes em cada jogo, confortáveis um com o outro para jogar da maneira correta”, comentou Sá.

Os 250 pontos do título levarão Sá de volta ao top 50 de duplas. Demoliner e Daniell também somaram 150 pontos importantes na corrida para disputar o ATP Finals, torneio que reúne as oito melhores duplas do ano. O gaúcho e o neozelandês já estão no top 20 do ranking da temporada. “Eles (Demoliner e Daniell) jogam um estilo muito complicado, variam muito o saque, a velocidade, quando cruzam as jogadas. É sempre algo diferente, não te dão ritmo. Obviamente estão jogando bem, perdi para eles em Auckland com o Leander (Paes). Estão muito bem entrosados”, analisou o mineiro.

“Além da tática, que encaixou bacana, esse lado na hora de chamar a torcida foi essencial nos pontos importantes, quando não estava dando tão certo. Isso nos deu muita confiança”, disse Rogerinho, surpreso por levar seu primeiro troféu de ATP nas duplas. “Não esperava. A sensação é muito boa de ganhar em casa, ainda mais em São Paulo, em um torneio tão tradicional como este”, comemorou. “Jogar ao lado do André, que é uma lenda do tênis, não por idade (risos), mas pelo que fez e ainda faz pelo tênis, me dando toques é algo que vai me ajudar muito daqui para frente em simples. Toda essa semana foi muito bacana como profissional e como pessoa também”.

Rogerinho é o primeiro brasileiro campeão de duplas do Brasil Open que não é das Minas Gerais. André Sá (2008 e 2017), Marcelo Melo (2008 e 2011), Bruno Soares (2011, 2012 e 2013) e Daniel Melo (2001) já figuravam na galeria de vencedores. “Sempre que tiver uma brecha no calendário, se for uma semana interessante no calendário para jogar, ele (Rogerinho) vai ser o primeiro da lista”, completou Sá, sobre a possibilidade de reeditar a parceria com Rogerinho no futuro.

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TRÊS BRASILEIROS DISPUTAM FINAL DE DUPLAS DO BRASIL OPEN

Demoliner e neozelandês enfrentam André Sá e Rogerinho às 14h deste domingo. Final de simples acontece não antes de 16h.

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A final de duplas do Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017 terá a participação de três jogadores brasileiros. Marcelo Demoliner e o neozelandês Marcus Daniell enfrentam André Sá e Rogério Dutra Silva às 14h deste domingo, no Esporte Clube Pinheiros. A decisão de simples, entre o uruguaio Pablo Cuevas e o espanhol Albert Ramos-Viñolas, começa não antes das 16h.

O gaúcho Demoliner tentará vencer o primeiro título de ATP da carreira. O tenista de 28 anos e Daniell garantiram a vaga na decisao ao vencerem os argentinos Guillermo Duran e Facundo Bagnis por 6/3 e 7/6(6). Esta será a terceira final de Demoliner, segunda ao lado de Daniell.

“Não caiu a ficha ainda, mas o orgulho é muito grande de estar podendo representar meu país em um dos maiores torneios do Brasil. É um privilégio poder jogar com esta torcida a favor”, afirmou Demoliner, que treina na Academia Tennis Route, no Rio de Janeiro, além de trabalhar com o técnico especialista em duplas David Summel, da África do Sul.

Daniell, que já tem três títulos no currículo, destacou o entrosamento também fora da quadra com Demoliner. “Nós somos pessoas muito parecidas, gostamos de fazer as mesmas coisas, sempre fomos bons amigos desde que nos conhecemos. É bem legal poder jogar com um amigo, a química em quadra é ótima, e você pode ver. Acho que o público enxerga que gostamos de jogar juntos e responde a isso”, disse o neozelandês. “Marcelo é uma estrela aqui. A atmosfera amanhã vai ser incrível”, acrescentou.

Já o mineiro André Sá disputará a 29ª final no circuito, em busca do 11º troféu, segundo no Brasil Open. O anterior foi em 2008, ao lado do conterrâneo Marcelo Melo. O tenista de 39 anos e Rogerinho eliminaram na semifinal os campeões de Slam italianos Fabio Fognini e Simone Bolelli, por 6/3 e 6/2. “Temos dois torneios por ano no Brasil, então é muito especial. Ainda mais depois de 16 anos que jogo aqui”, afirmou Sá.

Único finalista que não é especialista em duplas, Rogerinho jogará sua segunda final no domingo. “Não imaginava que minha primeira final aqui seria na dupla, mas é o que buscamos no começo da semana. Viajamos tanto e a família está aqui com a gente. Eu joguei torneio de 10 anos neste clube. É muito especial”, celebrou o paulista.

“Para mim, é uma honra jogar com o André. É um cara que é ídolo de todo mundo. Escrevo nos meus posts que ele é lenda, porque é mesmo. Jogou bem simples, joga bem duplas, tem uma longevidade. Conhece todos os caminhos e aprendo muito com ele”, elogiou.

O público que chegar às 13h no Esporte Clube Pinheiros terá a chance de ver dois dos maiores jogadores de nossa história em ação: Fernando Meligeni e Flávio Saretta farão uma exibição na Quadra Central antes das finais.

Confira a programação de domingo (05/03):
Quadra Central
13h – Exibição: Fernando Meligeni vs Flavio Saretta
14h – Final de duplas
Rogerio Dutra Silva (BRA)/André Sá (BRA) vs Marcus Daniell (NZL)/Marcelo Demoliner (BRA)
Não antes das 16h – Final de simples
[3] Pablo Cuevas (URU) vs [2] Albert Ramos-Viñolas (ESP)

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CUEVAS BUSCA INÉDITO TERCEIRO TÍTULO SEGUIDO EM SÃO PAULO

Uruguaio derrota cabeça 1 Carreño Busta e tenta igualar recorde de Almagro no torneio neste domingo

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O uruguaio Pablo Cuevas tentará o terceiro título consecutivo no Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017 no domingo, não antes das 16h, no Esporte Clube Pinheiros. O tenista de 31 anos conquistou sua 12ª vitória consecutiva em São Paulo diante do espanhol Pablo Carreño Busta, com parciais de 6/3 e 7/6(2), neste sábado.

Se vencer a decisão contra o espanhol Albert Ramos-Viñolas, Cuevas iguala o recorde de três títulos de Nicolas Almagro no Brasil Open. No entanto, o ex-top 10 espanhol não os conquistou de forma seguida, como o uruguaio tem a chance de fazer. “Com certeza, nunca tive outro torneio com o mesmo sucesso. Mas neste ano foi diferente, porque havia começado mal na temporada e agora estou recuperando a confiança”, afirmou o bicampeão.

Cada vez mais fluente em português, Cuevas sente o carinho do público brasileiro após os dois títulos conquistados. “Sempre é importante ter o apoio da torcida, especialmente quando você vem de um país bem pequeno, que tem pouca gente vivendo fora dele. É diferente de um brasileiro, já que tem gente do Brasil em todo lugar. Estou aproveitando e fico muito agradecido”, complementou.

Cuevas revelou que chegou a trocar de modelo de raquete por poucos dias no Rio de Janeiro, onde perdeu na estreia em simples e foi campeão nas duplas. “O jogo mais difícil foi o primeiro, porque eu não estava jogando bem. Depois fiquei mais tranquilo, independentemente de quem estava do outro lado. Pode acontecer qualquer coisa amanhã, mas fico tranquilo por estar jogando melhor”, disse o uruguaio.

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CELSO SACOMANDI RECEBE HOMENAGEM NA QUADRA CENTRAL

Grande nome do tênis brasileiro e exemplo de superação, Sacomandi recebeu homenagem de Roberto Marcher

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O Torneio Aberto do Brasil – ATP 250 – Brasil Open 2017 homenageou neste sábado Celso Sacomandi, grande nome do tênis brasileiro, que vem lutando contra a adrenoleucodistrofia, uma doença degenerativa. O Diretor Técnico do torneio, Roberto Marcher, entregou uma réplica do troféu para ele.

Sacomandi foi bicampeão do Banana Bowl, bicampeão sul-americano e também bicampeão do Orange Bowl, maior campeonato juvenil do mundo. Ele venceu o ex-número 1 do mundo e campeão de sete torneios de Grand Slam John McEnroe e cultivou uma amizade com o norte-americano.

“Gostaria de agradecer a Koch Tavares, o Luis Felipe Tavares, que é um grande amigo, o Roberto Marcher, que é um grande incentivador do tênis também. Estou lisonjeado de receber esta homenagem, neste momento em que estou brigando com uma doença, venho lutando. Mas eu não desisto. Eu me sinto honrado de entrar em uma quadra central de um torneio tão importante como este. O que tento passar para as crianças agora é a experiência que eu tenho e também um pouco da raça que sempre tive e continuo tendo”, afirmou Sacomandi.

Mesmo com limitações físicas, Sacomandi continua orientando juvenis e transmitindo sua vivência para as promessas do tênis. “Eu nasci dentro de uma quadra de tênis, junto ao meu pai. Não consigo ver minha vida fora do tênis. Enquanto eu puder, vou continuar”, concluiu, sob aplausos do público na Quadra Central.

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